Veja, por exemplo, o caso das citações. Pior do que citar é se autocitar; e pior do que se autocitar é tentar compreender o mundo conversando consigo próprio, somente consigo, nessa tediosa época carente de diálogo onde a destruição das torres gêmeas serviu apenas para produzir algumas piadas legais – o que dirá de sua destruição pessoal; ela produziu ao menos alguma piada bacana?

— Você é a minha piada. E por falar em tédio, queria poder matá-lo com o meu. Ei... ouço a sua voz, mas não o vejo. Não que isso faça diferença.

Olhe para frente ou para o lado, ou para baixo. E veja como sua a piada o prende, seu palhaço; veja como isso é sem graça. Olhe bem até dizer chega, pois não se fica preso a uma citação de algo que ninguém conhece. Isso seria o cúmulo da estupidez e a você não é dado aos cúmulos do que quer que seja...

— Já estou vendo você. E já estou farto de você. Qual é a sua, seu embrião-fantasma? O que você quer de mim, seu pedaço insignificante de porra que deu errado?

A questão é bem outra. Dê uma olhada nesse lugar imundo e escuro.

— O que diabo você quer? Quer me deixar louco? Já lhe falei que posso sair desse moquifo a hora que eu quiser. Mas para o seu governo, embrião, eu tenho mais o que fazer. Não posso dar bola para o primeiro espectro que vem do inferno para me atormentar, muito menos se ele tiver a aparência de um feto rosado e transparente que está vestido como um clubber. Isso porque clubber é tudo gay!

Embriões, democracia... genética, leis...autoridade... minorias e DNA... extrema direita e a classe média... computadores, nerds bitolados e fundamentalismo. Tudo se funde nesse seu doce cérebro de algodão doce.

— Obrigado pela parte que me toca. Alguém já falou que você é muito folgado para um embrião de 20 centímetros de estatura? Com tantos quartos no mundo, porque você tem justamente de aparecer aqui para me azucrinar? Não posso ter privacidade nem para baixar confortavelmente aquele vídeo maneiro em que um cara fode uma menina de dez anos?!... Ei, você tem exatamente o comprimento da taroba do cara! Que coincidência!

Notou que há uma privada imunda no canto do seu quarto? Olhe novamente. Onde vê um computador, na verdade é uma privada cheia de coisas imundas. Onde os quartos costumam ter um vaso sanitário bem no meio?

— Hum... essa é difícil. Na cadeia?...

Muito beeeemm! Parabéns por ter descoberto o ovo! Agora pegue o ovo e enfie novamente em sua maldita cloaca, pois a certeza sumiu completamente do mundo. Você realmente pode ser um cibernerd que está tendo um colapso cerebral. Essa privada pode ser seu microcomputador, pois tanto uma coisa quanto a outra estão mesmo cheios de imundícies. Essa cadeia talvez seja seu quarto de nerd que passa a noite baixando sacanagem ilegal na internet. Ma, por enquanto, você é o líder do partido ultranacionalista.

— Você é um estrangeiro ilegal em minha vida, Abortado; eu falo isso com a alma cansada como bem pode perceber. Trate de juntar as trouxas e puxar o carro daqui. Estrangeiro é tudo marginal! Eles vêm para cá somente para roubar o emprego da gente honesta e trabalhadora. Não quero ver mais essa gente feia. Não quero ver mais gente ignorante. Eu quero é ver gente da minha terra. Eu quero é ver gente do meu sangue!

Beleza de discurso. Ele é vigoroso como a juventude! Mas cuidado com a pressão arterial. Você tem 81 anos.

— Ei, seu moleque malcriado. Tá me chamando de velho?

Tudo na vida passa, até uva-passa. E você tem mesmo cara de quem está passado. Você está acabado! No fim! Já era! Tchau!

—Ah, esse estado calamitoso de coisas... como há ilusões nesse mundo banhado pela luz do Sol. Hoje, apesar de não mais ver a luz do Sol, sinto que lá fora faz um dia ensolarado. E aqui estou eu, no corredor da morte. Vejo que você está se bronzeando satisfeito, Abortado, enquanto espera ansiosamente que eu vire um churrasco elétrico. Não o culpo por isso e não lamento, de fato, estar prestes a ser pulverizado. Acho que todo homem deveria se sentar aqui ao menos uma vez. O fim da linha nos faz ver coisas... uns vêem sua consciência... outros vêem um fantasma em forma de embrião cor de rosa como um filhote de ratazana, e transparente como a verdade. Ambos róem lixo: você rói minhas horas finais, Abortado. Você é um rato. Como os estrangeiros. E, suspiro, como os que têm ódio pelos estrangeiros como eu.

Mas não se reprima... como pode ter certeza de ter chegado ao fim? Você ainda é jovem, tem a vida inteira pela frente... saia desse maldito quarto, moleque, e pare de sonhar que é um ditador. Encontre uma mina legal e namore bastante.

— Oh, não, Abortado. Não me venha com essa falácia. Sim, talvez eu esteja preso num quarto escuro em frente ao meu micro-privada cujo brilho do monitor deixa meu rosto com uma luz pálida e fantasmagórica. Mas não, ouça bem! NÃO aceito o argumento de que trocar meu moquifo por um rolê num shopping com uma mina seja um bom negócio. Isso é uma ilusão, uma fuga tão grande e enganosa quanto a minha vida solitária de micreiro amoral. Antes eu andava pelo mundo, e o que eu via? A barbárie. O que você pensa que é um shopping, senão a institucionalização da barbárie? Esses parques idiotas, cheios de cães pitbull e seus donos?! E essas minas idiotas incapazes de enxergar um palmo além do maldito piercing no umbigo? O que sou eu, além daquilo que não se encaixa nisso tudo? O que sou eu, senão parte do refugo humano que não é reciclável? O que sou, além de um jovem envelhecido oitenta anos e sem mais nenhuma esperança de nada? Olha, Abortado, eu não tenho esperança no amor, nem na política, nem na religião, nem na amizade, nem nas leis humanas, nem na natureza e nem no sobrenatural. Eu sou um navegador negro, um corsário virtual em busca dos tesouros da desilusão, facilmente encontrados nesse mar de tolos.

Você tem uns pensamentos estranhos, moleque. Talvez você seja capaz de entrar numa escola com um fuzil automático e matar todos aqueles professores chatos, achando que está inserido na "Matrix".

— Você ainda duvida?

Mas, pense! Pense que a desilusão também seja uma maneira de se iludir. A desilusão é tão enganosa quanto a ilusão. A desilusão faz você achar que invadir uma escola e metralhar todo mundo seja algo correto, quando na verdade não é! O niilismo é mais um beco sem saída!

— Eu estou no corredor da morte, meu querido embrião. Dentro em breve vou ser eletrocutado numa cadeira elétrica e um cheiro de cabelo queimado invadirá o ar, e isso dará uma enorme audiência para os lares normais dos eleitores que pagam os impostos para ter tal entretenimento. Quer algo mais niilista do que isso? Vem falar de beco sem saída justamente para mim? Foda-se o mundo, pararei de sonhar que sou um moleque. Eis que sou adulto e as coisas velhas ficaram para trás. Tenho trinta e três anos, tenho dois metros de altura, uso coturno, jeans rasgado e camiseta branca e tenho cara de poucos amigos. Preciso defender minha nação dos estrangeiros filhos da mãe que roubam nossos empregos.

Mas quem é sua nação?

— Minha nação é o DNA! Ele precisa ser puro e limpo, como a minha religião. Aleijados e todos os doentes que possuem um DNA impuro devem ser ABORTADOS da face da existência! ABORTADOS!

Você está atrasado, filhinho. Todo esse blá-blá-blá eugênico foi para o beleléu depois que o projeto Genoma descobriu que o meio ambiente tem mais influência no DNA que a hereditariedade em si. Pois é, também isso é um engano, o mais grosseiro de todos.

— Cacete! Preciso parar de tomar café. A insônia é uma droga. Nem sei se durmo ou não, pois a noite é um fantasma abortado que vem nos encher o saco.

Porra, como você é repetitivo!

— Devagar com o andor, seu embriaozinho safadinho! Você não é tão diferente de mim, a julgar que fica me julgando a torto e a direito. E eu te peguei dessa vez com as calças curtas, pois esse papo de querer redimir os pecadores como eu e tal, enfim, tudo isso também faz parte do meu mundo psicótico, pois sei que não tenho volta. Pô, que bela merda de consciência você me sai, Abortado!

Se observar direito a quem é pego com as calças na mão, verá que estão cagando e andando para toda sua análise.

— Argh, sai pra lá, seu porcalhão! Para uma criatura que nem tem intestino ainda, você está fazendo um bom trabalho, seu embrião punk!

Apesar de ser sujo e repulsivo como você, ainda assim um desagradável embrião abortado pode ser o melhor lampejo que alguém como você pôde produzir.

—Sabe o que você precisa? Você precisa é ter Jesus no coração, isso é que é!

Embriões não têm coração, seu ignorante; logo neles não há espaço para salvadores que lavam os pecados alheios com sangue. No máximo os pecados dos embriões são lavados com porra, que é o verdadeiro líqüido da vida, e não o sangue, que é o prenúncio da morte. Porra... células reprodutoras, genética e manipulação do DNA, manipulação da religião e da política, tudo entrelaçado nas cadeias cromossômicas que fazem o tecido de um feto abortado e os caminhos da civilização humana... putas de beco abortando, cientistas genéticos abortando, políticos abortando, enfim; todos dão sua abortadazinha de vez em quando. Uns fazem isso com embriões; outros com idéias; outros com programas de governo e a maioria faz isso com seus ideais e seus sonhos, que são abortados nessa clínica malcheirosa chamada realidade. Fodei uns aos outros, e depois abortem, abortem e abortem.

— Virgem Maria; mais um pouco e você não pára mais de falar, seu embrião embrulhão! Você deveria trabalhar numa escola russa! Porque aí eu poderia matar você junto com os outros terroristas chechenos!

Sim, esse é você, tentando se mover num mundo onde o ultranacionalismo duela contra a globalização, sendo os dois a mesma merda. Mas, sabe, as potências mundiais cavaram sua própria cova. É impossível vencê-las com um exército regular. A arma que sobrou para quem quer vencer qualquer um desses países é o atentado. E querer combater o terror com o terror é se iludir da pior maneira possível.

— Acho que você está de sacanagem comigo, maldito fantasma Abortado! Eu sou apenas um garotinho anônimo que está surfando na web. Acho que estou tendo essa alucinação porque estou jogando um game de tiro em primeira pessoa por 666 horas ininterruptas. Devo estar morrendo de inanição, em fase terminal, mas não lamento; fiz o que quis.

Fez mesmo, seu palhaço. Você acha que estava num videogame, mas na verdade estava matando monstruosamente meninas em matagais.

— Acho que você está enganado, Abortado; eu sou inofensivo como uma borboleta num campo de papoulas-da-índia.

Inofensivo? Você é uma máquina de matar. Não pensa qualitativamente, só na quantidade do seu prazer e em si mesmo – como, aliás, todos na sociedade consumista. É por isso sai matando em série sem se satisfazer – e nunca se satisfará, posto que quantidade nunca será sinônimo de qualidade, e nunca tirar a vida alheia e desrespeitar a dignidade e o direito dos outros trará felicidade para alguém. Sim, amiguinho; também o serial killer é um sintoma, e não uma porta de saída.

— Quer chegar logo a uma conclusão do que eu sou? Não sei minha idade ou meu nome, não sei se sou famoso ou anônimo, não sei se sou querido ou odiado. Sinto- me como um deus indiano cheio de cabeças e de braços, com a única diferença que todas as cabeças que me compõe possuem péssimo caráter, não importa qual, e os braços só servem para me masturbar. Quem, afinal de contas, sou eu?

Você é muitas coisas; entre elas a crise de identidade dos dias de hoje. E não importa qual seja a verdade, você será sempre um infeliz. Se isso lhe serve de consolo, essa crise vem do berço: o embrião abortado de hoje não sabe se é uma experiência transgênica ou de clonagem que deu errado, ou se simplesmente saiu da barriga faminta de uma mulher flagelada do Terceiro Mundo. Não que isso faça diferença. Pois você é incapaz de aceitar o diferente.

— Você é um maldito Alien que brotou de dentro do meu peito, seu embrião viado; essa é a verdade.

É, a comparação até que é boa, seu filho da puta. O alien neném que sai explodindo o peito das pessoas no filme parece realmente um embrião.

— Aliens... futuro... tecnologia! Posso não ter rosto, mas adoro tecnologia, internet, celulares, orkut e o escambau.

A única coisa boa que poderia ser gerada nesses tempos de comunicação on-line é justamente ignorada por você: o diálogo. Por que aviões se chocam em torres e outros aviões bombardeiam aldeias? A resposta é a falta de diálogo. Tanta tecnologia de comunicação, e tanta ausência de comunicação.

— E o que tenho eu a ver com o que acontece no mundo, embrião-fantasma? Sou um astronauta numa cápsula sobre a lua. Tenho que colonizar essas vastidões desertas. A lua é o novo Velho Oeste!

Sim. Você, preso nesse cubículo, pode realmente ser um astronauta na Lua. Mais do que isso; você é um lunático.

— Estou numa cápsula espacial no meio do nada. A minha vida se passa num cubículo no meio do nada temporal e espacial. Eu vejo o nada e nada sinto. E tudo é tão frio...

É uma boa constatação. Sua vida é um vácuo do qual você aos poucos está se dando conta.

— Tudo tão frio... tudo tão distante... estou morrendo?

Lamento informar, mas, independente de quem seja, nesse exato momento sua vida está se esvaindo. Talvez você já esteja sendo eletrocutado na cadeira elétrica ou realmente definhando de fome em seu quarto de cibernerd misantropo ou de tristeza em sua cápsula lunar. Não importa mais a origem do seu triste fim. O que importa de fato é que você está morrendo.

— Frio e medo... e escuridão... ninguém se importa mais comigo, e isso é tão horrível que por si só me mataria de desgosto... estou sozinho na existência que se apaga.

Veja como é a Lua em que você se encontra. Ela possui duas torres, um cão e uma lagosta. O seu número é 18 e é um arcano do tarô. É a carta das ilusões, da ilusão da ilusão da ilusão sem fim. Duas torres gêmeas esperando uma catástrofe, e o cão e a lagosta esperando impacientemente para devorar o cadáver dos que morrerem nessa catástrofe. A carta da Lua é associada também à gravidez, e uma gravidez catastrófica certamente resulta num aborto. Que seria mais ilusório na vida do que a vida que se aborta?

— Talvez – ou certamente – o amor. Das coisas invisíveis, o amor é a mais ilusória, e da qual as provas se apagam rapidamente, como pegadas anônimas numa praia que ninguém freqüenta. Você, Abortado, é a prova de que alguém já gostou de mim. Não sei quem fui, mas isso pouco importa, pois agora desce sobre mim a única certeza da vida, que é a morte. A sombra da morte turva-me a lembrança; sequer sei quem foi que me amou... mas deve ter me amado muito, a ponto de ter ficado grávida do meu filho. Sim, enxugo as lágrimas para dizer que você é o meu filho que foi abortado, a minha maior ilusão... Nesse meu breve momento de lúcida agonia eu lhe imaginei conversando comigo... você era eu o tempo todo; você sou eu e serei eu... você é a consciência que eu nunca tive... a possibilidade feliz que foi interrompida. Ultimamente o mundo anda assim mesmo, sem finais. E sem sentido. Sempre somos complicados. Divagamos sobre quem somos, enquanto que o mundo ao nosso redor vai se interrompendo sem que nos importemos com isso. Eu não me importei muito quando soube que você foi abortado. E daí que era meu filho? Era um filho da puta a menos no mundo para encher o saco. Meu filho, meu filho... um mundo começou a morrer ao ver que outro mundo sequer existiu. Gostaria que me emprestasse seu cordão umbilical para eu poder me enforcar com ele. Mas, como eu disse antes, fingindo que era você: basta de citações.

FIM

 

 

 

 

 

Escrito por Josiel Vieira de Araújo

 

A primeira versão de "O Abortado" surgiu em 1994; tenho até hoje os originais batidos à máquina. A figura acima foi uma montagem que fiz para a capa. A história era simples, apesar de fantasmagórica: um velho numa cela conversando um embrião-fantasma. Apesar do argumento excelente, essa primeira versão ficou ruim para os meus padrões josielescos. É que na época eu era superfã do estilo do Érico Veríssimo, e achava que tinha por obrigação ser parecido com ele. Só que Érico Veríssimo é um grande escritor das coisas reais, do dia-a-dia, e foi um erro fatal da minha parte usar um estilo realista parecido com o dele para escrever essa história (bem, quem quiser ver essa primeira versão, eu envio xerox!).

A primeira versão de 1994 se passava no ano de "dois mil e cacetada" (sic) (mais um parêntesis: ei! Já estamos nesse ano!), e mostrava os diálogos de um velho ditador sul-americano com um embrião-fantasma, muito embora o nome dele fosse inspirado num certo político russo, mais a palavra inglesa "crank". A presente versão é na verdade um monólogo, já que, como viram, esse Abortado do século XXI é na verdade uma criação fantasiosa do obscuro personagem aprisionado num quarto ou numa cela (ei, seria um reflexo do meu trabalho "The Box Man?"). Se observarem bem a estrutura do diálogo entre os dois, verão que o Abortado jamais fala usando travessão, e logo no início o embrião fala do perigo do monólogo num mundo carente de diálogo. Isso são pistas de que o Abortado na verdade é o próprio narrador, que sempre se expressa com frases usando travessões. Assim, esse trabalho é estruturalmente arrojado; acho que somente o "Impressão Digital" é ainda mais maluco. Eu estava ouvindo numa rádio de notícias sobre a dificuldade de se identificar criminalmente os clones... por favor, leiam o Impressão Digital antes que seja tarde demais!

O obscuro narrador de "O Abortado" não tem rosto, nem idade e nem caráter. Ele é o refugo de nosso mundo onde a massificação anda destruindo mais do que guerras. Engraçado, existem tantas outras coisas que poderiam ser propagadas mundo afora, como "liberdade, igualdade e fraternidade", e "não faça com os outros aquilo que você não quer que seja feito com você". Desgraçadamente, a única coisa que se espalha como uma praga são sanduíches americanos, filmes americanos e o modo americano de ser... e chamam isso de globalização! Eu chamo de imperialismo; muito embora também ache que a época dos "ismos" já tenha passado.

Tenho a impressão que outro escritor, se deparado com o argumento de um cara falando com um embrião-fantasma, escreveria um texto explorando o seguinte lado: as promessas potenciais de um feto VERSUS as desilusões da vida adulta. O feto pode ser tudo, enquanto que um adulto já tem uma série de coisas que ele não pode fazer devido a uma série de limitações. Bem, espero ter feito um texto mais interessante do que isso.

Abraços a todos e até mais leitores!

Josiel Vieira